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Contos em Branco e Rubro
 


Contos em Branco e Rubro em Novo Endereço

Contos em Branco e Rubro, agora está em novo endereço, com um novo Layout e uma nova vestimenta colorada!!!!!!!!!!!!!!

 

www.contoscolorados.blogspot.com

 

 



Escrito por Márcio Mór Giongo às 11h32 AM
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Canto Gauchesco

Em uma ótima exibição colorada, em Minas Gerais, o Internacional goleou o Atletico Mineiro pelo placar de 4 a 0, pelo Brasileiro 2011.

                               

                                                 Canto Gauchesco

Tocando gaita de oito baixos e já ouvindo o ronco que sai, o escrete rubro jogou por música nesta noite de quinta em Minas Gerais. Em passos rápidos e envolventes, a equipe colorada dançou um legitimo vanerão, em plena Arena do Jacaré.

Depois de um primeiro tempo equilibrado, o escrete rubro, de viola e gaita a mão, tomou conta de todas as iniciativas da partida e fez ecoar o canto gauchesco dentro da galpão rival.

Desbravando a coxilha mineira, em um rebote oriundo de uma cobrança de falta , Leandro Damião, tal e qual um tordilho aporreado em cancha reta, empurrou a pelota para as redes atleticanas, tirando o primeiro zero do placar.

E as bocas cantoras coloradas, entoaram novos versos gauchescos, quando Kleber levantou a pelota para dentro do bolicho; e nosso Lanceiro Negro importado da orla carioca, Zé Roberto, cumprimentou o arqueiro rival, efetuando o segundo tento colorado.

Em disparada, como o sopro de ventos desgarrados, o guri Oscar, deixou nosso galo de rinha, D’Alessandro, na porta do salão atleticano, que de lenço vermelho, espora e mango, efetuou o terceiro tento rubro em Sete Lagoas.

Mas, amigos, o baile não tinha hora para terminar. Em uma roubada de bola de Leandro Damião , nosso guri maragato, Oscar, fechou o placar da partida, rendendo o Galo Atleticano dentro de seu próprio reduto.

Amigos, o escrete rubro necessitava de uma vitória deste quilate! Uma exibição como esta, com quatro gols na guaica, nos faz suspirar e sonhar pela conquista da percanta mais desejada, nos últimos anos. Eis a verdade, amigos: já estamos cantando, encantando e cortejando há tempos, esta bela prenda tupiniquim. Quem sabe não chegou a hora! Uma boa prosa em versos e harmonia contagiantes, é o que não esta faltando na orquestra gaúcha, regida por Paulo Roberto Falcão.

Ademais, minha caneta vermelha disse e assina ao povo rubro.

Por Márcio Mór Giongo, em 1 de julho de 2011.

www.futebol.mix.com

foto: Terra Esportes



Escrito por Márcio Mór Giongo às 10h08 PM
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Camisa número 1

Com uma grande atuação do arqueiro Muriel, o Inter conseguiu um bom empate no Couto Pereira contra o Coritiba do Paraná, pelo Brasileiro 2011.

                    Camisa número 1

Um domingo diferente aquele. Não pelo clima frio, e o tempo instavel, onde o sol teimou a aparecer na Capital Gaucha, mas algo estava diferente naquela tarde nebulosa. Ao despertar pela manha, lembrei do difícil confronto pelo Campeonato Brasileiro. A partida no Paraná , contra a forte equipe do Coritiba.

Naquele domingo, sem encontrar nenhum tipo de justificativa, retirei de meu guarda-roupas, uma vestimenta diferente: uma camisa colorada, é claro, para torcer por nosso time. Mas era diferente. Sabe estas camisas que se compram em promoções, camisas coloradas de anos anteriores, com preços bem inferiores dos modelos atuais? Pois é, acordei de manha, procurando-a . Jamais havia vestido aquela camisa, apesar de te-la comprado há mais ou menos uns dois anos. Não sei porque tinha que acha-la, de qualquer jeito. Ao abrir a porta, encontrei-a com uma facilidade jamais vista, em meu tumultuado armario. Estava ela ali, a minhas vistas, pronta para usa-la.


Nesta vestimenta rubra, acima das iniciais entrelaçadas de nosso glorioso brasão, vislumbrei seis estrelas, sendo a estrela de cima, a mais cintilante de todas, representando o titulo Mundial conquistado em 2006. No lado direito do peito, um símbolo da Commebol, referente a primeira conquista da Copa Libertadores da América.


Mas amigos, o mais impressionante de tudo ainda estava por vir. As suas costas, estampada na cor vermelha, em bordas douradas, vislumbrei um numero 1, vistoso e imponente. Sim, amigos, tratava-se de uma camisa de goleiro, em mangas longas, com a cor branca predominando sobre os detalhes vermelhos.

Caros amigos, no confronto desta tarde em Curitiba, viu-se acima de tudo uma atuação inenarravel do novo camisa 1 rubro. Sim, amigos, o guarda-metas Muriel, saiu as pressas do guarda-roupa colorado, onde estava esquecido há mais ou menos uns dois anos, e realizou uma das maiores atuações de goleiros colorados, que pude presenciar em minha vida futebolística. Em uma serie de defesas sensacionais e precisas, o arqueiro colorado segurou o ataque do Coxa e garantiu um importante empate para o escrete rubro.


Agora, amigos, resta-nos esperar que o técnico Paulo Roberto Falcão, mantenha o promissor arqueiro rubro, com a camisa 1 colorada em suas costas, e que tenhamos novos domingos diferentes, com surpresas agradaveis no decorrer deste ano.

Por enquanto, o que posso garantir é que minha camisa numero 1, estará eternamente fora de meu guarda-roupas, aguardando os próximos jogos para poder usa-la, com orgulho e satisfação.

Ademais, minha caneta vermelha disse e assina ao povo rubro.
Por Márcio Mór Giongo, em 21 de junho de 2011.
www.futebolmix.com

 

 



Escrito por Márcio Mór Giongo às 12h00 PM
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Laranja Madura

O Internacional conseguiu sua primeira vitoria no Brasileiro, em partida disputada em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, contra o America de Minas.

                  

                                                        LARANJA MADURA

Doce laranja, um suco de laranja, no desjejum de uma fria manha de inverno sulista. Laranjas em pé, laranjas de Campo Grande, uma sacola de laranjas, para um apreciavel pudim de laranja, em um nobre reduto gaúcho, na região centro-oeste do país.

De todas as laranjas, a mais leve laranja, Oscar, em uma jogada extraordinária, intentou contra a meta adversária e no cruzamento da laranja platina Cavenaghi, cumprimentou o arqueiro mineiro, abrindo o placar em favor das laranjas rubras.

Em um passe magistral da mais escuras das laranjas, Ze Roberto , a pelota sobrou nos majestosos pés da laranja madura, eu disse laranja madura, D Alessandro, que de fora da área encontrou o canto esquerdo do goleiro do America de Minas.

Em um outro petardo, da jovem e promissora laranja Oscar, o escrete rubro encerrou a primeira parte do confronto deliciando um saboroso suco de laranja, no intervalo, brindando os tres tentos efetuados nas costas da equipe mineira.

Com o retorno da segunda etapa, as laranjas coloradas, acomodaram-se confortavelmente no armazem sul mato-grossense. Desta forma, o America de Minas marcou dois tentos, antes porem das laranjas rubras efetuarem uma pintura de gol, no quarto gol colorado, em ótima jogada de Ze Roberto e a conclusão de Cavenaghi.

Amigos, com o andar da carruagem as laranjas parecem estarem se acomodando , como já dizia um ditado popular. Com o andamento do campeonato, o tecnico Paulo Roberto Falcão, parece estar conseguindo escolher as laranjas mais suculentas e doces para comporem o balaio colorado.

E, amigos, eis a verdade: inexistem laranjas podres no balaio rubro. Existem sim, laranjas maduras, experientes e ardilosas na arte da catimba, tão dificil de serem compreendidas e aceitas, pelos admiradores do futebol arte do centro do país.

Ademais, minha caneta vermelha disse e assina ao povo rubro.

Por Márcio Mór Giongo, em 6 de junho de 2011.

www.futebolmix.com

Foto: Terra Esportes










Escrito por Márcio Mór Giongo às 05h32 PM
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Feira do Livro de Canoas-RS

Amigos e leitores do blog Contos em Branco e Rubro:

Neste domingo, dia 5 de junho, as 14 horas, estarei dando autografos juntamente com os escritores da Coletanea Fantasias, na 27 Feira do Livro de Canoas - RS .

Os textos: O Planeta Vermelho e Mar Vermelho, fazem parte desta excelente coletanea literaria.

Conto com as presenças dos amigos.

Abraços, Márcio Mór Giongo.



Escrito por Márcio Mór Giongo às 10h39 PM
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Crime e Castigo

O Internacional conseguiu se recuperar dos ultimos jogos, venceu a final, em um novo Gre-Nal, na casa do adversário e conquistou nos penaltis o Campeonato Gaucho 2011.

                                 

                                                                    Crime e Castigo

Senhoras e senhores, que jogo!!! Inigualável atuação rubra, vislumbramos nesta tarde de domingo! Que Gre-Nal!! Ficara com certeza, marcado na historia dos clássicos.

Rumamos ao Estádio Olímpico desacreditados, eu disse desacreditados!!! Os recentes insucessos colorados, nos levaram a condição de franco-atiradores, na decisão do Campeonato Gaúcho de 2011.

Mas amigos, via-se uma atmosfera diferente!!! Na entrada do escrete rubro no gramado, já se podiam notar semblantes fechados, olhos concentrados, dentes rangindos!!! Sim, amigos, vejam o pôster do time nos principais periódicos, da Capital! Vejam as faces assustadoras de nossos atletas, capaz de intimidar qualquer serial killer, que passasse por aquelas bandas!

Mas, em mais um imperdoavel descuido, da defesa colorada, nosso tradicional rival, efetuou o primeiro tento da partida, deixando o titulo mais próximo do Estádio Olímpico. No entanto, não irei aqui relatar, nem irei cansar os leitores, em informar do mal e de todos os males, em se contar vitória antes do sublime apito final! Sim, amigos, antes dos 25 minutos da etapa inicial, a torcida rival já ensaiava os primeiros olés, convictos de estarem com as duas mãos na taça.

Com a entrada em campo de Zé Roberto, o escrete rubro tomou outra forma e outra cor. Em uma bela jogada, pelo lado esquerdo, nosso atacante cruzou rasante para o tumulto, e o matador Leandro Damião, desferiu o primeiro disparo contra o arqueiro rival!

Logo em seguida, antes do fim do primeiro tempo, Andrezinho, mesmo agonizando, com lesão corporal exposta em uma de suas pernas, desferiu de longa distancia, um novo e estrondoso tiro contra a retaguarda tricolor.

O Estadio rival emudeceu-se. Eis a verdade, amigos: conseguia-se ouvir, até mesmo, o ruído de um fatídico lenço caindo, no gélido concreto das arquibancadas.

No retorno das duas equipes, enquanto os tricolores aguardavam, ouvia-se os passos na escada, do escrete rubro em direção ao campo de batalha, com o intuito de efetuar a consumação do crime final.

E naquele momento em que Zé Roberto, sempre ele, foi derrubado dentro da área de conflito, o coração branco e rubro parou. O argentino D`Alessandro, como se fora, um matador de elite, disparou o derradeiro tiro final, no canto esquerdo do arqueiro rival.

Amigos, mas o destino mais uma vez estava de pirraça, e pregou outra peça em classico Gre-Nal. Quis o hilário destino, que o arqueiro Renan, falhasse mais uma vez, no final do combate. Mas quis tambem o destino, que o goleiro rubro fosse decisivo, nos duelos finais, e com tres defesas alucinantes, garantisse a usurpação do troféu para os lados do Beira-Rio.

Coube ao atirador Zé Roberto a consumação do crime final, que com precisão e maestria, duelou com o arqueiro tricolor, e fuzilou as redes de nosso adversário, colocando as duas mãos na vistosa taça gaucha, e de sobra, castigou sem receio a prepotencia, soberba e o salto alto da equipe, e principalmente da torcida rival.

Ademais, minha caneta vermelha disse e assina ao povo rubro.

Por Márcio Mór Giongo, em 17 de maio de 2011.

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Foto: Terra Esportes.




Escrito por Márcio Mór Giongo às 08h14 PM
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Doença do Sono

No primeiro jogo da final do Campeonato Gaucho 2011, vitoria do nosso tradicional adversário, pelo placar de 3 a 2, no Estadio Beira-Rio.

                                     

                                                               Doença do Sono

Que sono, amigos, que sono! A doença do sono definitivamente se instalou no Beira-Rio. Há tempos, podemos perceber nosso escrete lento, devagar, com aquele toque de bola sonolento, com movimentos na maior parte das ocasiões, em câmera lenta.

Sim, amigos, o protozoário da doença do sono esta rondando as instalações coloradas, esta picando nossos jogadores, comissão técnica, massagistas, gandulas e principalmente nossos diretores, que não conseguem vislumbrar os defeitos do escrete colorado, bem como da urgência de uma mudança de atitude, principalmente em jogos decisivos.

Eis a verdade, amigos: varias vezes tive anceio de dormir, nas cadeiras do Gigante, contagiado com a preguiça de nossa equipe. Sim, inúmeras vezes bocejei, cochilei, sendo despertado apenas pelos gritos e cânticos da Guarda Popular.


Caros amigos, no Gre-Nal 386, vencido por nosso tradicional rival, nesta tarde de domingo, o escrete colorado se superou no quesito sonolência. Se não bastasse o ritmo lento, que estamos jogamos há mais ou menos uns três anos, agora estamos nos aprimorando em levar gol relâmpago, na volta para o segundo tempo. Ora, amigos, aquele momento em que deveríamos estar atentos e despertos, no retorno das escadas do vestiário, é inexplicavelmente o instante mais problemático e temeroso para a equipe rubra.


Inadmissível, amigos, inadmissível!!! Ocorreu novamente, um cochilo geral da retaguarda colorada, e os tricolores marcaram o segundo tento do classico que, indubitavelmente, desestruturou por completo o esquema do técnico Paulo Roberto Falcão.


Amigos, é hora de despertar!!! Por onde anda aquela equipe vibrante e comprometida, que levantou os mais importantes troféus na década passada??? Sim, amigos, ninguém aqui no país, eu disse ninguem, teve um maior número de glorias continentais do que os colorados nos anos 2000.


E agora estamos aí, implorando por no mínimo uma partida honrosa no próximo Gre-Nal, para que possamos terminar um Campeonato Gaucho, de uma forma menos vexatória. Ou alguém ainda acredita em título??? Podemos sim ser campeões, podemos... mas não com este pecado capital da preguiça, inerente as pernas sonolentas de nossos atletas.

Que sono, amigos...que sono... uma boa noite...a todos!!!

Ademais, minha caneta vermelha disse e assina ao povo rubro.


Por Márcio Mór Giongo, em 9 de maio de 2011.

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Escrito por Márcio Mór Giongo às 09h46 PM
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Pedestal Colorado

Em um confronto complicado e demasiadamente disputado, o Internacional perdeu para o Penharol do Uruguai, pelo placar de 2 a 1 e foi eliminado da Copa Libertadores 2011.

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                                                                 Pedestal Colorado

Napoleão Bonaparte já havia conquistado vários territórios, mas acabou sendo derrotado pelo frio e pela neve, quando quis a todo o custo conquistar a Russia. Em virtude de sua inerente soberba, Hitler não obteve êxito, em sua idéia monstruosa de dominar o planeta. Soberba, arrogância, menosprezo aos adversários. Os exemplos são muitos e incontáveis, nos caminhos que conduzem a existencia da humanidade.

Caros amigos, ficou uma lição latente nesta noite trágica e cinzenta de quarta-feira: o respeito que nós brasileiros devemos ter com nossos adversários, sobretudo em uma Copa Libertadores da América.

Sim, amigos, não venho aqui querendo mascarar os defeitos da equipe comandada por Paulo Roberto Falcão, não é nada disso. Alem de visíveis problemas, principalmente no setor defensivo, o que indubitavelmente, prejudicou o desempenho de nosso escrete na partida, foi a tão chamada arrogância, ou soberba; um dos sete pecados capitais.

Eis a verdade, amigos: desde o empate conseguido no confronto de Montevidéu, parece que se instalou na Avenida Padre Cacique, um perigoso e ardiloso clima de vitória antecipada.

E não me venham dizer que não! Parece que não aprendemos! E o episodio Mazembe, serviu para que? Os exemplos de tragédias no futebol e principalmente em Copas Libertadores, são vários, não vou cansar o leitor em enumera-los.

Na partida de quarta-feira, por exemplo. Estávamos jogando contra uma equipe de tradição. Sim, já havia relatado em outra coluna o meu temor e meu receio em confrontos contra equipes uruguaias. E em singelos minutos de um apagão incompreensivel do escrete rubro, levamos dois tentos, que ocasionaram a nossa eliminação da Taça Libertadores da América de 2011.

Amigos, é passada a hora de descermos do pedestal. Sim, durante toda a década passada a arrogância , a soberba e a prepotência, jamais vestiram cores em branco e rubro. Sim, conseguimos nossas grandes conquistas, despidos destas características, que com certeza habitavam um outro endereço em Porto Alegre.

Então é chegada a hora amigos, de resgatarmos aqueles valores, que nos levaram, em um passado recente, ao topo do Mundo: a essência do povo colorado, aquela que historicamente sempre levantou uma linda e vistosa bandeira de humildade, respeito e tradição.

Por isso, desçamos colorados!! Urgentemente, desçamos deste pobre e nefasto pedestal!


Ademais, minha caneta vermelha disse e assina ao povo rubro.

 Por Márcio Mór Giongo, em 5 de maio de 2011.

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Escrito por Márcio Mór Giongo às 09h18 PM
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Destino Gre-Nal

Na decisão da Copa Farroupilha, empate em 1 a 1, com vitoria do Inter nos penaltis, contra nosso tradicional rival, levando a decisão do Gauchão 2011, para um Supercampeonato.

                                 

                                                                   Destino Gre-Nal

Ah, o Gre-Nal, sempre o Gre-Nal...recheado de emoções, com amores e dissabores a flor da pele, com a magia de duas torcidas, contagiando a tarde de domingo na Capital.

Como todos os clássicos, desde o primeiro da historia , o coração batendo, pulsando, o grito de gol suplicando para o êxtase final, para a gloria, para o reconhecimento, para a vitória.

Caros amigos, quis o destino que o clássico não encerrasse com um vencedor no tempo normal. Sim, amigos, o destino esta tarde brincou com o coração de milhões de torcedores, e culminou com uma decisão nervosa de cobranças diretas na marca do penalti.

Amigos, o escrete rubro realizou uma partida quase que impecável. Controlou quase todas as ações da partida, teve maior tempo de posse de bola. Pecou, sim, pecou em não ter conseguido marcar o segundo gol, o que lhe daria uma maior tranqüilidade no confronto.

Mas, como todo jogo de futebol, por vezes, o que parece sereno, de uma hora para outra, torna-se trágico. Naquele momento em que Pablo Guinazu, cometeu falta e foi punido com o cartão vermelho, o Gigante emudeceu-se. E em seguida, o empate tricolor.

Mas o destino queria emoções e muitas emoções. Queria mais, muito mais! Quis o destino que dois atletas rubros fossem os personagens da partida. Falo do goleiro Renan e do zagueiro Rodrigo. Sim, amigos, dois jogadores que passaram por dramas pessoais recentemente, e que necessitavam de uma afirmação sublime em um clássico Gre-Nal.

Eis a verdade, amigos: o goleiro Renan, deve ter realizado sua melhor partida, no gol colorado, desde o seu retorno, com direito até mesmo a defesa nas cobranças de pênaltis.

Mas me detenho ao outro personagem, o zagueiro Rodrigo: foi escurraçado, eu disse escurraçado, do bairro Azenha, em um momento difícil, de grave doença familiar. Sim, teve seu contrato rescindido de forma unilateral, e para a sorte de nós colorados, trocou de bairro e passou a vestir com orgulho a camisa rubra.

E o destino Gre-Nal causou mais esta pirraça. Coube ao zagueiro colorado, a última cobrança de pênalti. Imaginem amigos, o que passou pela cabeça do atleta naquele rápido instante. O silêncio, a expectativa, a pelota incólume na marca da cal, o goleiro adversário a sua frente...o chute....o goleiro caido...a pelota beijando a rede... a explosão da torcida...e finalmente a corrida para os braços abertos do povo rubro.

Restou, por fim, o titulo do segundo turno , a denominada Taça Farroupilha no armário colorado e um Supercampeonato para decidir o Gaúchão 2011. Ah, e mais dois Gre-Nais, sempre os Gre-Nais.

Ademais, minha caneta vermelha disse e assina ao povo rubro.

Por Márcio Mór Giongo, em 1 de maio de 2011.

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Escrito por Márcio Mór Giongo às 10h31 PM
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Montevideu Alegre

Depois de sairmos perdendo no confronto contra o Penharol no Uruguai, Leandro Damião conseguiu empatar a partida, levando boa vantagem para a decisão das oitavas-de-final no Beira-Rio.

                                                                     

                                                                       Montevideu Alegre

Observe, sinta, respire...inspire...onze vestimentas rubras atrás de um sonho, veja a desenvoltura...consegue perceber? Uma equipe mais alegre...muito mais feliz com a vida.

Caros amigos, não foi uma atuação de encher os olhos, não...não foi mesmo. Mas note torcedor colorado, há algo de diferente no ar em que estamos respirando. Não amigos, no time de Paulo Roberto Falcão, não há lugar para casmurrices...Não, na nova equipe rubra não consigo enxergar vestígios de resmungos ou de caras e bocas cerradas.


Não amigos, o escrete rubro passeia pelo verde do gramado, com dentes amostra. Sim, observem nossos jogadores conversando um com o outro. Sim, notem nosso técnico dando orientações e dialogando com seus comandados dentro das quatro linhas. Sim, vejam os jogadores cercando a arbitragem, observem o capitão dialogando com seus pares, ou o arqueiro rubro dando ordens a sua defesa.

Se não conseguiram ver tudo isso até agora, caros amigos, observem então o menino artilheiro soltando pipa, feliz da vida, dentro do Estádio Centenário, em pleno Uruguai.

Eis a verdade, amigos: desde a catástrofe de Abu Dhabi, nossos jogadores passaram os primeiros meses do ano, em um mau humor, de dar inveja a qualquer ranzinza de carteirinha.

Sim, parece que as ações de conversar, sorrir, brincar e até mesmo xingar, amigos, por que não xingar, estavam definitivamente proibidos lá pelos lados da Avenida Padre Cacique. Estávamos a toda evidencia, vivenciando momentos de ostracismo e de pasmaceira geral.

Caros amigos, o confronto que vimos ontem em Montevidéu foi complicado e o empate foi justo. Consigo sim acreditar que possamos vencer em Porto Alegre, com a torcida colorada tomando toda a capacidade do Gigante.

Um estádio feliz, uma torcida alegre e sim, uma equipe vibrante e sabedora de seu potencial de atual Campeão da América.

É o que esperamos, torcemos e alegremente suspiramos para este fim, um final mais do que feliz para todos nós.


Ademais, minha caneta vermelha disse e assina ao povo rubro.


Por Márcio Mór Giongo, em 29 de abril de 2011.

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Escrito por Márcio Mór Giongo às 11h46 PM
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Sem medo de ser feliz em Montevideu

Nesta quinta-feira no Uruguai, iniciamos a luta por uma vaga para as quartas-de-final da Copa Libertadores 2011.

                          

                                   Sem medo de ser feliz em Montevideu

Depois de uma ótima vitoria, no domingo passado contra a sempre difícil equipe do Juventude, a expectativa que prepondera agora, nos corações e mentes do povo rubro, esta em uma grande atuação nesta quinta-feira, contra a tradicional equipe uruguaia do Penharol.

Quando se fala em futebol uruguaio, se vislumbra uma equipe aguerrida, com um ótimo espírito de equipe, empurrada sempre por uma fanática torcida.

Busquei em uma distante memória, agora, o último confronto, pela Libertadores de 89, quando conseguimos golear a equipe uruguaia em Porto Alegre e depois alcançamos nova vitória em Montevideu. Lembro, como se fosse ontem, amigos, que mesmo com a vantagem alcançada, ainda se ouvia colorados temerosos com o jogo da volta.

Claro, era outra época aquela, era outro futebol, as equipes uruguaias não são mais as mesmas, mas há de se observar que o cuidado sempre é necessário, neste tipo de jogo pela Copa Libertadores da América.

Caros amigos, o embate não será nada fácil, mas se o escrete rubro repetir a ótima atuação do domingo, e conseguir impor seu futebol dentro das quatro linhas, provavelmente poderemos sair da capital uruguaia, com um excelente resultado.

O técnico Paulo Roberto Falcão, parece estar conseguindo agora, colocar em pratica suas idéias sobre futebol e o elenco colorado, pelo que se observa, esta assimilando este novo método de trabalho. Volta D`Alessandro, é um acréscimo irrepreensível. Seu companheiro de armação de jogadas será Andrezinho, que pelas boas jornadas que tem feito, deve-se considerar justa sua manutenção na equipe.

No mais é aguardar, e torcer, torcer muito para que a equipe esteja inspirada, sem medo de almejar a felicidade suprema e possa voltar de Montevideo, com uma vitória significante.


Ademais, minha caneta vermelha disse e assina ao povo rubro.

Por Márcio Mór Giongo, em 27 de abril de 2011

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Escrito por Márcio Mór Giongo às 09h18 PM
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Vitória dos Avantes

 Um jogo nervoso e complicado. Foi o que vimos na última terça-feira no Beira-Rio. Mas Rafael Sobis abriu o placar que levou nosso time a classificação, para as oitavas de final da Libertadores 2011.

                                    

                                                Vitória dos Avantes

Predestinado é aquele jogador que esta fadado ao sucesso. Aquele que esta no lugar certo na hora certa. Aquele atacante que chuta para a gloria eterna, que escreve seu nome na galeria dos gols mais importantes ou que assina as paginas de um livro historico.

Sim, amigos, falo de Rafael Sobis. Lembre das paginas de outrora! Volte ao passado! Retroceda o belo livro das conquistas coloradas!


Volte para 2006! Voce verá um menino, recem saido da base rubra, entortando dois beques são-paulinos e desferindo um petardo letal no canto direito de Rogerio Ceni. Lembrou? Agora feche os olhos, torcedor alvirrubro. Ouça a comemoracão do titulo da Libertadores 2006, ouça os emocionantes canticos colorados, ouviu? Agora,devagarinho...lentamente..va abrindos os olhos...olhe para o campo...esta vendo? Um menino insandecido, de cabelos loiros esvoassantes, correndo feito um doido...com um enorme pendão branco e rubro em suas mãos, esta vendo? Sim, Rafael Sobis.


Ah, mas já passaram-se quase 6 anos deste momento historico. Pois bem, então, agora avance as paginas deste livro. Chegou em 2010? Voce verá um cruzamento em direção a area mexicana e um agora atacante reconhecido nos quatro cantos do mundo, com a ponta da chuteira, empurrar a pelota para as redes e iniciar a reação colorada. Lembrou? Agora feche os olhos, torcedor alvirrubro. Ouça a comemoracão do titulo da Libertadores 2010, ouça os emocionantes canticos colorados, ouviu? Agora, devagarinho...lentamente...vá abrindo os olhos...olhe para o campo...esta vendo? Um jogador insandecido, correndo feito um doido...com um enorme pendão branco e rubro em suas mãos, esta vendo? Sim, Rafael Sobis.


Caros amigos, o ultimo confronto colorado na Libertadores 2011, teve ares dramaticos. Não chegou a se configurar momentos de tragedia grega, longe disso, mas um cenario nefasto estava sobreposto as margens do Rio Guaiba. E quando tudo se encaminhava para um lirico e platonico 0 a 0, eis que a pelota é lançada para a área adversária, Leandro Damião aparou de cabeça e encontrou o predestinado, eu disse predestinado, Rafael Sobis que, cumprimentou o arqueiro equatoriano, dando as boas vindas coloradas aos visitantes da noite.


Em um petardo desferido pelo argentino Guinazu, o arqueiro equatoriano não segurou, e a pelota sobrou incolume para o artilheiro Leandro Damião, colocar para dentro das redes adversárias, efetuando o segundo e derradeiro tento colorado na partida.


Depois de um primeiro tempo sofrivel, o gol de Rafael Sobis, no inicio do segundo tempo, trouxe uma maior tranquilidade a equipe, em um momento dificil, em que já se ouvia ate mesmo algumas vaias oriundas da arquibancada.


Eis a verdade, meus amigos: Rafael Sobis, o meu personagem do jogo, não comemorou o seu gol anotado. Tambem pudera, depois de algumas vaias...  tão injustas vaias...voce comemoraria?

 
Ademais, minha caneta vermelha disse e assina ao povo rubro.



Por Márcio Mór Giongo, em 21 de abril de 2011.

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Escrito por Márcio Mór Giongo às 06h08 PM
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A Estréia

Este texto, descreve as circunstancias de duas estreias. A minha estreia como escritor do site Futebol Mix e a estreia do idolo Falcão no comando técnico colorado.

                             

                                             A Estréia

Na distante pequena infância, lá onde os sonhos se realizam, onde nossos heróis enfrentam as crueldades e dissabores do mundo, com uma simples visão de raio X, ou com um mero sopro ao vento. 


Na doce infância, onde um ídolo de cabelos encaracolados enverga com orgulho, uma camisa rubra, com um numero 5 cintilante em suas costas. A lembrança de dois gols fantásticos em uma virada espetacular contra o Palmeiras de Tele Santana. Ou a imagem de um gol magnífico, fecundado em sincronia com a cabeça de Escurinho, no apagar das luzes, contra o Atlético de Minas. Um futebol vistoso, elegante, de passadas largas. A cabeça erguida, os olhos fixos como os de uma águia, capaz de alcançar toda a visão do Universo.

Paulo Roberto Falcão. Um ídolo. Um herói. Do outro lado do Atlantico, na terra do Vaticano: um soberano, o Rei de Roma.

E nesta tarde-noite no Gigante, Falcão desfilava na área técnica do time rubro. Com a elegância de sempre, com vistosos sapatos de rubi, em gestos simples e singelos, orquestrava com maestria, os movimentos de meio-campo, ataque e defesa de seu eterno time do coração.

Em um magistral lançamento de D`Alessandro, Andrezinho em ótima jogada pela ponta-direita, bem ao estilo Valdomiro, encontrou o artilheiro canarinho Leandro Damião, que com a ponta da chuteira empurrou a pelota para as redes adversárias, efetuando o primeiro tento da nova era Falcão no Beira-Rio.

O placar do jogo foi minguado, mas notou-se uma equipe mais leve, ao mesmo tempo que compromissada e vislumbrou-se um esboço de time, com as características marcantes que sempre acompanharam Falcão, em sua trajetória nos campos de futebol.

Caros amigos, hoje é minha estréia na talentosa equipe de escritores do Futebol Mix. Com muita satisfação e honra, serei responsável pelas noticias e análises coloradas, juntamente com o ótimo escritor rubro Zé Paulo.

Quis o destino que minha estréia, coincidisse com a estréia de meu eterno ídolo de infância: Paulo Roberto Falcão. O craque colorado sempre foi um exemplo a ser seguido, por tudo que sempre foi e pelo caráter e carisma que demonstra em suas relações diárias. Mas, amigos, eis a verdade: ao menos uma coisa por enquanto, posso garantir que temos em comum: temos um coração batendo forte e impetuoso pelas cores branca e rubra, do nosso Sport Club Internacional.

Ademais, minha caneta vermelha disse e assina ao povo rubro.


Por Márcio Mór Giongo, em 17 de abril de 2011. 

www.futebolmix.com



Escrito por Márcio Mór Giongo às 05h41 PM
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Mar Vermelho

Desde o episódio do Mundial , os dias e noites tem sido dificeis. Mas, como sempre, a torcida colorada deu show em Abu Dhabi, e continuará empurrando o time no arduo caminho da Libertadores 2011. O texto "Mar Vermelho", exalta o amor colorado.

"A alegria está na luta, na tentativa, no sofrimento envolvido. Não na vitória propriamente dita".(Mahatma Gandhi)

 

                                                      Mar Vermelho

Sopra o vento, ressurge, renasce, ressuscita. A dor que dilascera o coração. As profundezas do mar vermelho em Abu Dhabi, ainda corroem as veias do sangue rubro.

O mar se agita. O pesadelo de águas densas e escuras, emolduram um quadro de sofrimento e angustia.

 Acordo. Desperto para a vida. Parece mesmo que estava em um exilio, uma alcova, um calabouço. Prisioneiro de um convés à deriva, voltei!!!

As folhas brancas de meu diário emudeceram-se. A tinta vermelha de minha caneta congelou, como se fora a ponta de um iceberg: pálida, gélida e úmida. As lágrimas do povo vermelho inundaram meus manuscritos. Emirjo do fundo do mar... onde está a superfície? Sou um náufrago implorando salvação!!!

Ficou de tudo isso, a bela imagem de um mar em cores encarnadas, ou de um amor em cores rubras. Ondas que agitam, ondas que abafam, ondas que enaltecem, ondas que consolam um coração que sofre, sangra e chora por toda extensão do Planeta Vermelho.

Tantas vitórias, tantas conquistas. Lembrei dos piratas de Yokohama e a usurpação da coroa espanhola. A imagem de outrora, de um menino negro conquistando o mundo com uma perna só, agora prepondera.

Tudo para esquecer o passado recente. Uma dor que liberta...liberta e liberta todas as dores. E por que não, Libertadores???

Como uma lágrima que cai, como uma onda que encobre a dor de um coração que sangra... mas que ao mesmo tempo pulsa... no mesmo instante em que vibra e a todos pulmões grita:" estaremos contigo"... não importando nada, absolutamente nada do que digam!

Aqui, agora e sempre!!!

Nas ondas de uma amor em branco e rubro.

 

Márcio Mór Giongo, em 19 de fevereiro de 2011.

 

 

 

 



Escrito por Márcio Mór Giongo às 09h56 AM
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Feira do Livro de Porto Alegre

Amigos, obrigado pelas presencas queridas em minha noite de autografos e estreia na literatura. Foram momentos de muita emocão e felicidade para mim. Obrigado também, pelas maravilhosas mensagens escritas na nossa bela bandeira colorada. Abracos e até a próxima...

Feira do Livro de Porto Alegre - RS, dia 12 de novembro de 2010.             

 

         
                                                         

"O homem que voa, mais que épico, é um ser utópico. Quem voa sobreleva. Quem voa busca no céu um lugar de onde Deus possa vê-lo melhor. Quem voa perpassa as sete cores do arco-íris. Quem voa reparte com os anjos a castidade azul do céu. Quem voa é confidente das nuvens. Quem voa troca o beco pela linha do horizonte. Quem voa sente o perfume da rosa-dos-ventos. Quem voa contempla o instante em que o sol se cala. Quem voa é capaz de ouvir e de entender estrelas. Quem voa, quando pousa, está regressando da eternidade. Só quem voa descobre o tamanho de Deus." (Armando Nogueira).

      

        "



Escrito por Márcio Mór Giongo às 05h35 PM
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